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Novas rotas aéreas no PR vão contribuir com o desenvolvimento do agronegócio

O Paraná terá novas rotas de voos domésticos, que vão incluir 12 municípios do interior. O pacote faz parte do programa Voe Paraná, do governo do Estado, que tem por objetivo estimular o turismo e fomentar o desenvolvimento econômico. Os voos serão operacionalizados pela companhia Gol, em parceria com a empresa de táxi aéreo Two Flex. Os bilhetes começam a ser vendidos em setembro e as linhas serão inauguradas em 22 e 23 de outubro. Os novos voos foram anunciados pelo governador Carlos Massa Júnior, em solenidade realizada no aeroporto do Bacacheri, no dia 7 de agosto, em Curitiba, com a presença do presidente do Sistema FAEP/SENAR-PR, Ágide Meneguette.

Segundo o governo do Paraná, as rotas recém-lançadas partem do aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Uma das linhas vai passar por Paranaguá (Litoral), União da Vitória (Sul), Francisco Beltrão (Sudoeste) e Guarapuava (Centro-Sul). Outro deslocamento parte em direção a Cianorte e a Paranavaí (ambas no Noroeste). Também está prevista uma rota que vai em direção a Telêmaco Borba (Centro-Oriental), Campo Mourão (Centro-Ocidental) e Guaíra (Oeste). Além disso, haverá interligação com Cornélio Procópio (Norte) e outra com Apucarana (Norte).

Após chegar a cidade definida como último ponto da rota, as aeronaves farão, também, o caminho inverso, em direção ao Afonso Pena. Os deslocamentos aéreos serão feitos por aviões modelo Cessna Grand Caravan, que têm capacidade para até nove lugares. Os voos devem partir com frequência de três a quatro vezes por semana, conforme a rota.

O consultor de logística da FAEP, Nilson Hanke Camargo, acredita que a ampliação das rotas trará um impacto positivo ao agronegócio, principalmente no que diz respeito à “tomada de decisões”, já que a maior oferta de voos deve facilitar o trânsito de líderes e empresários do setor rural. Nas palavras de Camargo, o programa “aproxima Curitiba do interior”.

“Esses voos dão mais opções de deslocamento rápido. De repente, um líder ou um empresário que precise vir a Curitiba para uma reunião política ou de negócio terá essa facilidade”, apontou Camargo. “Tudo isso traz mais agilidade e dá mais dinâmica às pessoas”, acrescenta. Como exemplo, o consultor da FAEP menciona as linhas operacionalizadas pela companhia Azul, que recentemente ampliou a frequência dos voos que ligam Curitiba a Toledo (Oeste) e a Pato Branco (Sudoeste). “Fazia mais de dez anos que os empresários do setor agropecuário de Toledo, por exemplo, reivindicavam essa rota. Quando esses voos foram inaugurados, já deu um bom fôlego para a região”, acrescentou.

A Azul também opera linhas, partindo de Curitiba, para Ponta Grossa (Campos Gerais), Maringá (Noroeste), Cascavel (Oeste), Londrina (Norte) e Foz do Iguaçu (Oeste). Segundo o governador, outro objetivo da ampliação de linhas é estimular o turismo a todas as regiões do Estado, facilitando o acesso aos municípios do interior, ao mesmo tempo em que dá um impulso ao desenvolvimento das regiões.

“É o maior projeto de voo regional da história do Estado. Nosso planejamento sempre foi fazer com que a capital e o interior fiquem mais próximos, desenvolvendo o Paraná por inteiro, levando mais indústrias para o Interior e consequentemente gerando mais emprego”, disse Carlos Massa Júnior, à Agência Estadual de Notícias, órgão oficial de comunicação do governo do Paraná.

Fonte: FAEP/SENAR-PR

IBGE: Desemprego recua 0,7 ponto percentual no segundo trimestre de 2019

Especialista ressalta que, apesar do aumento de vagas formais, população sem carteira ainda representa uma fatia importante do mercado de trabalho

A taxa de desocupação no país caiu de 12,7%, no primeiro trimestre deste ano, para 12%, no trimestre de abril a junho. Isso significa que o desemprego no país apresentou uma redução de 0,7 ponto percentual, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quarta-feira (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisadora do IBGE, Adriana Beringuy, ressalta que no segundo trimestre do ano, foram preenchidas mais 294 mil vagas com carteira assinada. Segundo ela, o que representa um aumento de 0,9% em comparação com o trimestre anterior.

“Foi observado um aumento na população ocupada, no emprego. Esse movimento, de certa forma, é um movimento esperado, porque nos primeiros meses do ano podem ocorrer processos de dispensas de trabalhadores temporários, que foram contratados lá no fim de 2018. Chega agora o segundo trimestre, volta-se a observar processos de contratação, de mais pessoas buscando e encontrando trabalho”, conta.

Adriana Beringuy ressalta, no entanto, que a população sem carteira ainda representa uma fatia importante do mercado de trabalho.

“De fato, nós temos uma melhora de número de pessoas ocupadas, mas a forma de inserção dessa população ocupada é ainda muito pautada nos vínculos que tem uma perspectiva mais fragilizada, como é o emprego sem a carteira assinada, com 11,5 milhões de pessoas, que foi o recorde da nossa série. E, para além desses, nós também tivemos o recorde dos chamados trabalhadores por conta própria (autônomos)”, disse.

Esse número de brasileiros que trabalham por conta própria aumentou 1,6% no segundo trimestre do ano e chegou a 24,1 milhões. Uma dessas pessoas que trabalhava por conta própria e conseguiu um trabalho com carteira assinada é Wady Issa Fernandes, de 34 anos, morador de São Paulo. Contratado como Assistente de Marketing Digital, ele já tem planos para o futuro.

“Até o início do ano, eu estava trabalhando por conta própria, fazendo freelancers e buscando emprego. Eu fui chamado para algumas entrevistas, dentre elas na empresa onde eu estou, e fui contratado com carteira assinada. Primeiro passei por uma experiência de 90 dias, isso foi dia 9 de abril e, agora, fui efetivado. E a perspectiva que eu tenho é de consolidar aqui a minha posição, conseguir uma promoção aqui dentro, crescer dentro da empresa mesmo”, idealiza.

O número de desalentados, que são as pessoas que desistiram de procurar trabalho, se manteve recorde no percentual da força de trabalho, com 4,4%, o que chega a quase 5 milhões de pessoas.

Fonte: Agência do Rádio

INPI desburocratiza atendimento ao cidadão com implantação de serviços 100% online

Entre as ações do Plano PI Digital está o E-chip que reduz tempo de registro de circuitos integrados de 70 para 7 dias

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) lançou, nesta quarta-feira (31/7), em Brasília, o Plano PI Digital e passou a ter portfólio de serviços 100% digitais. O plano prevê 24 ações que visam desburocratizar o atendimento ao cidadão, ampliar e facilitar a prestação de serviços pela internet, ao implantar novos recursos de tecnologia da informação e comunicação.

A iniciativa é fruto de parceria firmada com a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) e a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, além da Secretaria Especial de Modernização do Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Uma das ações do Plano é o lançamento do e-Chip. Trata-se de um sistema em que o usuário poderá solicitar online o registro de Topografia de Circuito Integrado, como são chamados os “desenhos” das diversas camadas que compõem um chip. Este era o único serviço do instituto que ainda não era disponibilizado pela internet.

Com o e-Chip, o tempo de registro cairá de 70 para 7 dias, caso o usuário não peça o pedido de sigilo de seis meses. Em 2017, o instituto já havia lançado um sistema semelhante para softwares, que reduziu o tempo de registro de 6 meses para 6 dias corridos.

O Plano PI Digital do INPI, segundo explica o secretário especial adjunto da Sepec, Igor Calvet, está alinhado com ações do governo para adotar um novo modelo de interação com a sociedade e estimular competitividade e inovação do país. “O processo de digitalização de processos e serviços entrega uma melhor experiência para os usuários e facilita o desenvolvimento do ambiente de negócios”, destaca. 

Esse também é o entendimento do presidente do INPI, Cláudio Furtado. “Com esse plano, o INPI avança para ter todos os seus 49 serviços online, além de permitir pagamento com cartão e interação em aplicativo de celular. É um passo fundamental para aprimorar o relacionamento do Instituto com seus usuários”, explica.

Novo portal

Além do e-Chip, o INPI implantará, nos próximos meses, um novo portal em que os usuários contarão, entre outros serviços, com um chatbot e uma ferramenta para agendamento de atendimento presencial ou à distância.

Também será lançado um aplicativo de comunicados e notícias. O Instituto passará ainda a receber, em breve, meios digitais de pagamento, como cartão de crédito e débito, em substituição às Guias de Recolhimento da União (GRU), pagáveis somente em agências bancárias.

Empresários juniores avançam no Brasil e número cresce 16% em 2018

O número de empresários juniores, aqueles que ainda frequentam a universidade, cresceu 16% no ano passado, para 22.219 no Brasil, segundo dados da Confederação Brasileira das Empresas Juniores, a Brasil Júnior. Essas companhias foram responsáveis por desenvolver cerca de 18 mil projetos.

De volta. Para 2019, a Brasil Júnior prevê faturamento de R$ 45 milhões e 23 mil projetos concluídos. Todo o valor arrecadado pelas empresas juniores é investido em ações que beneficiam os próprios alunos. Os dados fazem parte do Censo e Identidade, realizado anualmente pela Brasil Júnior e que contou com 5.105 respostas de 811 diferentes cursos de graduação.

Fonte: Broadcast Estadão